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+ Manãna

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Na língua japonesa, “amanhã” é a soma dos ideogramas “claridade” e “dia”.
Reza a lenda que dentre os imigrantes japoneses que viveram no Brasil, havia aqueles com o costume de desenhar ideogramas no ar para não esquecê-los. Não cabia a fala após um dia de trabalho, tampouco a escrita. Contava-se com os dedos e o céu ou, quase sempre, o lampião.

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Instruções para “Manãna”:
a) Conte as estrelas no céu entre Havana e Guantânamo;
b) Compare-as com as estrelas que encontrar entre Guantânamo e Havana;
c) Faça as contas;
d) Desenhe o resultado.

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Para "Técnicas de Desaparecimento", projeto conduzido por Renan Araujo.

Manãna, 2011.

+ textos sobre exposições

Pintura Como Expansão. Felipe Scovino, 2010.
Sobre mostra na Mercedes Viegas Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.

Quimera. Paulo Sérgio Duarte, 2009.
Sobre obra apresentada no Programa Rumos Artes Visuais - Trilhas do Desejo.

Ecologias do olhar. Juliana Monachesi, 2008.
Sobre mostra na Galeria Marcelo Guarnieri, Ribeirão Preto.

Entre o silêncio e a dissonância. Fernanda Albuquerque, 2007.
Sobre mostra na Temporada de Projetos 2007-2008, Paço das Artes, São Paulo.

Quimera. Guy Amado, 2007.
Sobre mostra na Galeria Virgílio, São Paulo.

Antimatéria. José Bento Ferreira, 2007.
Sobre mostra no Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo.

+ outras publicações

Macumbinha. Alice Shintani, 2012.

Manãna. Alice Shintani, 2011.

Morangos. Alice Shintani, 2009.

Entrevista. Jornal NippoBrasil, 2009.
Impressões gerais sobre o tal "artista emergente" e o circuito de arte.


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